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	<title>Arquivo de Reforma Tributária - Lintz Assessoria Contábil e Empresarial</title>
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	<lastBuildDate>Fri, 08 Aug 2025 17:26:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Aluguéis de imóveis: Quais as mudanças com a Reforma Tributária?</title>
		<link>https://lintzcontabilidade.com.br/alugueis-de-imoveis-quais-as-mudancas-com-a-reforma-tributaria/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[julia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Aug 2025 17:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Imposto de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[cbs]]></category>
		<category><![CDATA[irpf]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas físicas que recebem aluguel poderão pagar até 35,9% de imposto com a nova regra do IBS/CBS. É hora de se planejar! Fale com a Lintz!</p>
<p>O post <a href="https://lintzcontabilidade.com.br/alugueis-de-imoveis-quais-as-mudancas-com-a-reforma-tributaria/">Aluguéis de imóveis: Quais as mudanças com a Reforma Tributária?</a> apareceu primeiro em <a href="https://lintzcontabilidade.com.br">Lintz Assessoria Contábil e Empresarial</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a entrada em vigor da <strong>Lei Complementar nº 214/2025</strong>, muitas mudanças impactarão quem realiza operações com imóveis, inclusive <strong>pessoas físicas</strong>, que poderão ser obrigadas a pagar <strong>IBS e CBS</strong> no <strong>regime regular</strong>.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quando a Pessoa Física Será Contribuinte do IBS e da CBS?</h3>



<p>A lei determina que pessoas físicas que recebem aluguel, fazem cessão onerosa ou arrendam imóveis <strong>serão tratadas como contribuintes do IBS e da CBS</strong> nos seguintes casos:</p>



<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary>1 &#8211; Se a <strong>receita total do ano calendário anterior com imóveis for superior a R$ 240.000</strong> no ano e houverem <strong>mais de 3 imóveis distintos</strong> nessas operações.</summary>
<p><strong>Atenção:</strong> os critérios são cumulativos! Ou seja, se a pessoa tiver uma receita superior a R$ 240 mil, mas apenas com 1 ou 2 imóveis, <strong>não se enquadra</strong>. Da mesma forma, ter 4 ou 5 imóveis alugados com receita abaixo de R$ 240 mil <strong>também não exige recolhimento</strong>.</p>
</details>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<details class="wp-block-details is-layout-flow wp-block-details-is-layout-flow"><summary>2 &#8211; Mesmo que não tenha sido enquadrado no ano anterior, se <strong>a receita com aluguel superar R$ 288.000 no ano atual</strong>, a pessoa física passa a ser <strong>contribuinte regular do IBS e CBS</strong> <strong>imediatamente</strong>, <strong>independentemente do número de imóveis</strong>.</summary>
<p></p>
</details>
</blockquote>



<p>Essas regras para <strong>pessoas físicas no regime regular de IBS e CBS</strong> entram em vigor <strong>a partir de 2027</strong>, junto com a implementação gradativa do novo sistema tributário da Reforma.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Quanto será pago?</h3>



<p>As alíquotas de IBS e CBS relativas às operações de locação, cessão onerosa e arrendamento de bens terão redução de 70%. Considerando a alíquota de <strong>referência </strong>integral de 27,98%, e aplicando a redução chegaria em uma alíquota de 8,39%.</p>



<p>No entanto, caso a pessoa física já recolha um Imposto de Renda à alíquota de <strong>27,5%</strong> e for enquadrada como contribuinte regular do IBS/CBS, a carga tributária total poderá chegar a até <strong>35,9%</strong> sobre a renda do imóvel. Isso porque, mesmo com <strong>redutor de 70% na alíquota do novo IVA Dual (IBS + CBS)</strong>, haverá um acréscimo considerável ao que hoje se paga apenas com o IR.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E aluguéis por temporada/Airbnb?</h3>



<p>A locação de imóveis residenciais por <strong>até 90 dias seguidos</strong> será tributada como se fosse <strong>serviço de hotelaria</strong>, com regras específicas aplicáveis a esse setor (Art. 253 da LC 214/2025).</p>



<h3 class="wp-block-heading">O que você deve fazer:</h3>



<p>Se você possui imóveis para aluguel, é hora de:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Avaliar se os limites de receita estão sendo ou serão ultrapassados;</li>



<li>Estudar o impacto da carga tributária total (IR + IVA);</li>



<li>Rever estruturas e planejar formas legais de <strong>otimizar a carga fiscal</strong>;</li>



<li>Considerar eventual migração para <strong>pessoa jurídica</strong>, quando vantajoso.</li>
</ul>



<p></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Lintz Contábil pode te ajudar!</strong></h3>



<p>Com a Reforma Tributária, a relação entre pessoas físicas e imóveis ficou mais complexa, mas também mais estratégica. </p>



<p>Aqui na <strong>Lintz Contábil</strong>, analisamos cada caso e te orientamos a tomar <strong>decisões seguras e eficientes</strong> para evitar surpresas com a Receita.</p>



<p><strong>Entre em contato e vamos conversar sobre o melhor caminho para o seu patrimônio.</strong></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Como a Reforma Tributária poderá impactar o seu fluxo de caixa?</title>
		<link>https://lintzcontabilidade.com.br/como-a-reforma-tributaria-podera-impactar-o-seu-fluxo-de-caixa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[julia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 13:58:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[gestãofinanceira]]></category>
		<category><![CDATA[reformatributária]]></category>
		<category><![CDATA[splitpayment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do split payment, nova forma de recolhimento de tributos trazida pela Reforma Tributária, o fluxo de caixa e o capital de giro das empresas pode ser diretamente impactado.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a chegada do <a href="https://lintzcontabilidade.com.br/split-payment/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">split payment</a>, nova forma de recolhimento de tributos trazida pela Reforma Tributária, o fluxo de caixa e o capital de giro das empresas pode ser diretamente impactado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mas por que isso acontece?</h2>



<p>Atualmente, os tributos sobre as vendas são pagos no mês seguinte à emissão da nota fiscal. Isso permite que muitas empresas utilizem temporariamente os valores destinados aos impostos para cobrir outras despesas do dia a dia.</p>



<p>Com o split payment, esse cenário muda. A novidade é que, no momento da venda, a operadora de pagamento fará automaticamente a divisão do valor: a parte correspondente aos tributos será enviada diretamente aos cofres públicos, e a empresa receberá apenas o valor líquido referente ao produto ou serviço.</p>



<p>Ou seja: <strong>você deixará de contar com o valor total da venda no caixa e passará a receber menos no momento da transação</strong>. Por outro lado, não será mais necessário se preocupar com o recolhimento dos tributos posteriormente, já que eles terão sido pagos de forma automática e instantânea.</p>



<p>Ainda não há uma data definida para a implantação do Split Payment, porém essa mudança exige uma nova organização financeira: será essencial revisar seu fluxo de caixa e se preparar para operar com um capital de giro mais enxuto.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como se preparar?</h2>



<p>A implementação do split payment exige mudanças importantes na gestão financeira das empresas. Veja alguns passos fundamentais para se adaptar:</p>



<p><strong>1. Reavalie o fluxo de caixa</strong><br>Com a antecipação do recolhimento dos tributos, você não contará mais com o valor total da venda em caixa. Por isso, é essencial revisar entradas e saídas para garantir que a empresa continue operando com saúde financeira mesmo com menor liquidez imediata.</p>



<p><strong>2. Reforce o capital de giro</strong><br>Empresas que já operam com margens apertadas precisarão buscar alternativas para reforçar o capital de giro. Pode ser necessário recorrer a reservas financeiras, linhas de crédito específicas ou ajustes operacionais.</p>



<p><strong>3. Revise contratos com intermediadores de pagamento</strong><br>Se sua empresa utiliza marketplaces ou gateways de pagamento, é importante entender como eles vão implementar o split payment, quais informações estarão disponíveis nos extratos e se haverá alterações nos prazos de repasse.</p>



<p><strong>4. Conte com apoio profissional!</strong><br>Contar com o suporte da Lintz Contábil é essencial nesse momento. Nossa equipe orienta sua empresa na adaptação às novas rotinas do split payment, identifica oportunidades de economia tributária e garante que tudo esteja em conformidade com a nova legislação.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Reforma Tributária: Como irá afetar a Área da Saúde?</title>
		<link>https://lintzcontabilidade.com.br/reforma-tributaria-como-ira-afetar-a-area-da-saude/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[julia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Apr 2025 14:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[cbs]]></category>
		<category><![CDATA[estratégias]]></category>
		<category><![CDATA[reformatributária]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Lei Complementar nº 214/2025 trouxe regimes diferenciados de tributação para a área da saúde, com redução ou isenção parcial do IBS e da CBS em serviços médicos, medicamentos, dispositivos médicos e itens de acessibilidade. Contar com orientação especializada é essencial.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a promulgação da Lei Complementar nº 214/2025, que regulamenta o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) e a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), a área da saúde foi contemplada com importantes regimes diferenciados de tributação. O objetivo é reduzir a carga tributária sobre serviços e produtos essenciais para a população, garantindo acesso mais justo e sustentável à saúde no Brasil.</p>



<p>Abaixo, explicamos as principais mudanças e benefícios para o setor:</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>1. Serviços de Saúde com alíquota reduzida</strong></p>



<p>Os serviços médicos, hospitalares e ambulatoriais passam a ter redução de 60% nas alíquotas do IBS e da CBS. A medida vale para:</p>



<div class="wp-block-group"><div class="wp-block-group__inner-container is-layout-constrained wp-block-group-is-layout-constrained">
<p>&#8211; Consultas médicas e odontológicas;</p>



<p>&#8211; Internações, UTIs e atendimentos de urgência;</p>



<p>&#8211; Exames laboratoriais e de imagem;</p>



<p>&#8211; Psicologia, fonoaudiologia, fisioterapia, nutrição, e outros.</p>
</div></div>



<p>Essa redução é válida tanto para estabelecimentos privados como também para serviços contratados por operadoras de saúde.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>2. Medicamentos com redução ou isenção total</strong></p>



<p>A LC 214 traz duas categorias de tratamento tributário para medicamentos:</p>



<p><em>Redução de 60%:</em></p>



<p>&#8211; Para medicamentos registrados na Anvisa ou manipulados;</p>



<p>&#8211; Fórmulas nutricionais especiais para pacientes com erros inatos do metabolismo.</p>



<p><em>Alíquota zero:</em></p>



<p>&#8211; Para medicamentos essenciais, listados no Anexo XIV da lei, como insulinas, antirretrovirais, imunossupressores e diversos oncológicos;</p>



<p>&#8211; Também vale para compras feitas por órgãos públicos e entidades beneficentes de saúde com CEBAS, como hospitais filantrópicos.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong> 3. Dispositivos médicos com benefícios fiscais</strong></p>



<p>Equipamentos e insumos médicos essenciais para diagnósticos, cirurgias, internações e terapias também entram nos regimes especiais:</p>



<p><em>Redução de 60% para:</em></p>



<p>&#8211; Tomógrafos, aparelhos de ultrassom, marcapassos, cateteres, sondas, entre outros.</p>



<p><em>Alíquota zero para:</em></p>



<p>&#8211; Aparelhos de uso hospitalar adquiridos por entidades públicas ou beneficentes;</p>



<p>&#8211; Equipamentos utilizados em emergências de saúde pública.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>4. Acessibilidade para pessoas com deficiência</strong></p>



<p>A lei contempla dispositivos de acessibilidade com isenção total de impostos, como:</p>



<p>&#8211; Cadeiras de rodas (inclusive motorizadas);</p>



<p>&#8211; Aparelhos auditivos e implantes cocleares;</p>



<p>&#8211; Rampas, barras de apoio e acessórios veiculares adaptados.</p>



<p>Essa medida visa garantir dignidade, inclusão e autonomia a pessoas com deficiência.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p><strong>Por que isso importa para seu negócio?</strong></p>



<p>Empresas que atuam com prestação de serviços de saúde, comércio de medicamentos, produtos hospitalares ou itens de acessibilidade devem estar atentas a essas novas regras para:</p>



<p>&#8211; Aplicar corretamente as alíquotas reduzidas ou zeradas;</p>



<p>&#8211; Evitar recolhimento indevido de tributos;</p>



<p>&#8211; Garantir maior competitividade e acesso ao crédito tributário.</p>



<p>Além disso, fornecedores dessas áreas precisam emitir documentos fiscais eletrônicos com a devida classificação (NCM/NBS), pois isso é condição para usufruir dos benefícios.</p>



<p><strong>Diante de tantas regras e exceções, ter a Lintz Contábil ao seu lado faz toda a diferença para garantir segurança, conformidade e aproveitamento estratégico dos novos benefícios tributários.</strong></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Entenda o que é o Split Payment</title>
		<link>https://lintzcontabilidade.com.br/split-payment/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[julia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Dec 2024 14:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[reformatributária]]></category>
		<category><![CDATA[splitpayment]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse sistema funciona ao reter diretamente, no momento de uma transação comercial, o valor do imposto que deve ser pago ao governo. Assim, em vez de o fornecedor receber o valor integral da venda para depois repassar o tributo, uma parte do pagamento é automaticamente direcionada ao Fisco, enquanto o restante vai para o fornecedor.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Split Payment</strong>, ou &#8220;pagamento repartido&#8221;, é um modelo de recolhimento de tributos que será introduzido com a <strong><a href="https://lintzcontabilidade.com.br/desvendando-o-iva-dual/">Reforma Tributária</a></strong> e que tem como objetivo aprimorar a arrecadação e minimizar problemas como inadimplência, sonegação e fraudes fiscais. Esse sistema funciona ao reter diretamente, no momento de uma transação comercial, o valor do imposto que deve ser pago ao governo. Assim, em vez de o fornecedor receber o valor integral da venda para depois repassar o tributo, uma parte do pagamento é automaticamente direcionada ao Fisco, enquanto o restante vai para o fornecedor.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como Funciona</h3>



<p>Ao emitir a Nota Fiscal para a transação, a empresa registra todos os dados, incluindo o valor do tributo devido, como o <strong>IBS</strong> e a <strong>CBS</strong>. No momento do pagamento – seja ele feito por cartão de crédito, débito, boleto bancário ou PIX – os bancos e operadoras de pagamento retêm automaticamente o valor do imposto e o transferem diretamente ao governo. Dessa forma, o valor correspondente aos tributos não passa pelo caixa do fornecedor; a instituição de pagamento se encarrega do repasse, garantindo o recolhimento imediato do imposto na origem da transação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Mas e na prática?</h3>



<p>Imagine que você realizou uma compra online no valor de R$ 384,00, onde R$ 84,00 é o valor do imposto devido pelo fornecedor. Com o split payment, ao realizar o pagamento, R$ 84 são automaticamente direcionados ao governo e R$ 300 vão para o vendedor. Esse processo é feito de forma automatizada, eliminando a necessidade de cálculos adicionais ou pagamentos futuros de impostos. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="609" src="https://lintzcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2024/10/White-Minimalist-Modern-Recruitment-Process-Flowchart-1-1.png" alt="" class="wp-image-164" srcset="https://lintzcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2024/10/White-Minimalist-Modern-Recruitment-Process-Flowchart-1-1.png 1024w, https://lintzcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2024/10/White-Minimalist-Modern-Recruitment-Process-Flowchart-1-1-300x178.png 300w, https://lintzcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2024/10/White-Minimalist-Modern-Recruitment-Process-Flowchart-1-1-768x457.png 768w, https://lintzcontabilidade.com.br/wp-content/uploads/2024/10/White-Minimalist-Modern-Recruitment-Process-Flowchart-1-1-1009x600.png 1009w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</div>


<p></p>



<h3 class="wp-block-heading">Benefícios do Split Payment</h3>



<p>Este modelo de recolhimento visa reduzir a inadimplência e a sonegação fiscal, uma vez que o recolhimento do tributo ocorre automaticamente no ato da venda. Além disso, o split payment garante maior segurança para as empresas adquirentes, pois o <strong>crédito tributário</strong> só pode ser aproveitado se o imposto já tiver sido efetivamente pago na etapa anterior. Esse processo torna mais eficiente a tomada de créditos, garantindo que os tributos sejam recolhidos de maneira transparente e imediata.</p>



<p>Em resumo, o split payment moderniza e simplifica a arrecadação tributária, promovendo um sistema fiscal mais seguro e funcional, tanto para o governo quanto para as empresas.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reforma Tributária: Impactos no Simples Nacional</title>
		<link>https://lintzcontabilidade.com.br/impactos-da-reforma/</link>
					<comments>https://lintzcontabilidade.com.br/impactos-da-reforma/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[julia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 12:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
		<category><![CDATA[cbs]]></category>
		<category><![CDATA[ibs]]></category>
		<category><![CDATA[reformatributária]]></category>
		<category><![CDATA[simplesnacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a recente reforma tributária, as empresas optantes pelo Simples Nacional enfrentarão mudanças significativas em sua forma de tributação. O novo cenário apresenta duas opções: manter o modelo atual ou adotar um regime híbrido, que envolve uma apuração diferente de impostos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a reforma tributária, as empresas optantes pelo Simples Nacional enfrentarão mudanças significativas em sua forma de tributação. O novo cenário apresenta duas opções: manter o modelo atual ou adotar um regime híbrido, que envolve uma apuração diferente de impostos.</p>



<p>Opção 1: Manter o Simples Nacional Tradicional</p>



<p>A primeira possibilidade é continuar exatamente como funciona hoje. Nesse caso, a apuração dos impostos com alíquota reduzida continuará sendo feita por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DAS), que engloba tributos como IRPJ, CSLL, CPP, ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS.</p>



<p>Opção 2: Adotar o Regime Híbrido</p>



<p>A outra alternativa é optar pelo regime híbrido, no qual a apuração de alguns impostos será separada. Nesse caso, o IRPJ, CSLL e CPP continuam sendo apurados pelo Simples Nacional, enquanto o novo Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) serão apurados separadamente. Esses dois novos tributos substituirão o ICMS, ISS, IPI, PIS e COFINS.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Qual será a diferença entre esses regimes?</h2>



<p>Mas qual é, de fato, a diferença ao optar pela forma híbrida? Essa opção pode ser interessante para empresas que vendem para empresas do Lucro Real e Presumido. Ao apurar os impostos pelo regime normal (IBS e CBS), os clientes do Lucro Real e Presumido poderão obter um crédito tributário maior, uma vez que a carga tributária nesse regime será mais elevada.</p>



<p>Por outro lado, caso a empresa decida se manter no Simples Nacional tradicional, os clientes do Lucro Real e Presumido terão direito a um crédito tributário menor. Isso pode tornar menos vantajosa a compra de produtos ou serviços de empresas do Simples, levando a uma perda de competitividade no mercado.</p>



<p>Vale ressaltar que o cliente só poderá utilizar o crédito dos impostos caso estes tenham sido previamente recolhidos pelo contribuinte na etapa anterior ou através do mecanismo de <strong><a href="https://lintzcontabilidade.com.br/split-payment/">Split Payment</a></strong>. Nesse sistema, no momento do pagamento da compra, o banco realizará a divisão entre o valor do imposto e o valor da mercadoria, redirecionando os respectivos montantes.</p>



<p>Adotar o regime híbrido pode, portanto, ser uma estratégia interessante para empresas que têm como clientes outras empresas que podem se beneficiar dos créditos fiscais gerados. No entanto, a escolha pelo regime híbrido também significa pagar mais impostos, já que o IBS e o CBS, apurados separadamente, aumentam a carga tributária.</p>



<p>Para empresas que vendem para consumidores finais (pessoas físicas), essa preocupação não é tão relevante, pois os consumidores não se beneficiam dos créditos fiscais. Nesses casos, pode ser mais vantajoso continuar no regime tradicional do Simples Nacional.</p>



<p>A decisão de permanecer no regime do Simples Nacional tradicional ou optar pelo regime híbrido deve ser baseada no perfil da empresa e nas características de seus clientes. Essa avaliação cuidadosa é fundamental para garantir a competitividade no mercado e evitar um aumento desnecessário nos custos tributários. Por isso, é importante contar com uma assessoria contábil competente e atualizada sobre as recentes mudanças da reforma tributária, que pode facilitar essa transição e oferecer orientações personalizadas.</p>
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